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Todos os dia jogamos com a morte, pegamos um Brigadeiro e vamos pela estrada a se apaixonar, lá nos deparamos com a morte o tempo todo, presenteamo-la com seu brigadeiro.
Tem uma cruz ali, ficou-se uma vida aqui.
Ela nos acompanha em todo o percurso sem nos deixar solitários por momento algum.
Tem três cruzes ali, ficaram-se três vidas aqui.
Por aqui muitos passaram e por ela muitos se apaixonaram, e foi por este amor a ela, que fincaram uma cruz, para aqui sempre declarar seu amor àquela, que com carinho lhe chamou a deixar sua vida.
Tem várias cruzes ali, ficaram-se várias vidas aqui.
E por onde quer que passem as cruzes estão sempre a nos acompanhar e a pedir-nos socorro, mas a morte é possessiva, e não liberta seus prisioneiros.

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