Apague.

Chega a noite fria e sombria, quase madrugada, hora de apagar as luzes, algo penetra-lhe pelo peito, uma mão que lhe aperta fortemente o coração, puxando-lhe para a escuridão que, fora, prevalece, o que ela lhe guarda? Nunca se sabe, nunca se arrisca, nunca se descobre. A escuridão causa medo, o desconhecido o causa, mas até quando a curiosidade se guardará a não explorar esta escuridão chamativa? E quando deixar levar-se por esta mão, satisfar-se-á com o que ela lhe guarda?

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