Espera.

Ansiedade a palavra que come, a angustia que corroe, o arranha-céu que não se vê, o medo que se perde, entre ruas cinzentas nada se enxerga, tudo se perverte, e você finge que não vê, que está na sua frente, mas só não quer aceitar, o que será que vai ser, assim que o sol nascer.

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